25 de outubro de 2013

Estátua de Frei Galvão abençoada pelo Papa Francisco é levada ao Santuário.


Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, OFM, mais conhecido como Frei Galvão, ou São Frei Galvão (Guaratinguetá, 1739 — São Paulo, 23 de dezembro de 1822) foi um frade brasileiro. Frei Galvão foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, tornando-se o primeiro santo nascido no Brasil.

A postuladora junto à Santa Sé que obteve o título de santo para Frei Galvão foi a irmã Célia Cadorin, da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Nesse trabalho teve grande apoio do cardeal arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns.
Frei Galvão era um homem de intensa oração, sendo alguns fenômenos místicos atribuídos a ele, como telepatia, premonição e levitação. Casos de bilocação também foram famosos durante sua vida; segundo relatos ele se fazia presente em dois lugares diferentes ao mesmo tempo para cuidar de enfermos ou moribundos que clamavam por sua ajuda.

A Estátua de Frei Galvão que estava em Aparecida e que fora abençoada pelo Papa Francisco, seguiu hoje para o Santuário Arquidiocesano de Frei Galvão no Jardim do Vale em Guaratinguetá, que recebe cerca de sessenta mil fiéis por ano. Vejam Vídeo abaixo.


              

23 de outubro de 2013

Refletindo o Evangelho de Domingo.

XXX Domingo do Tempo Comum – Domingo 27/10/13

"… quem se humilhar será exaltado." (Lc. 18,14b)

Do mesmo modo em que a Fé, sentimento interior de confiança em Deus, pode ser expressa de várias maneiras; assim também ocorre com a Oração, atitude interior de expressar um sentimento seja em voz alta ou em silêncio.

O importante é com que intenção de Fé a Oração está sendo dirigida a Deus, com uma justificativa pessoal junto a Deus, ou com a atitude de esperar com confiança em Deus. E é exatamente isto, que Jesus Cristo nos mostra em Lc. 18,09-14.

Ele conta uma parábola que diz respeito a algumas pessoas que se vangloriam como se fossem justas, e desprezam os outros, segundo seus próprios conceitos: "Subiram dois homens ao templo para orar; um era fariseu, o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no seu interior desta forma: Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros; nem como o publicano que está ali. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos os meus lucros. O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador! Digo-vos: este voltou para casa justificado, e não o outro." (V. 10-14a)
Creio que esta seja uma boa oportunidade de avaliarmos nossos conceitos e atitudes diante de quem "ora" ou de quem "reza". Podemos refletir um pouco sobre essas duas atitudes.

O fariseu estava ali, com várias preocupações:
1ª - justificar-se diante de Deus, como se isso fosse necessário;
2ª - acusar os outros, como se fosse o juiz de todas as causas;
3ª - mostrar-se melhor, que todos os outros, cumpridor dos seus deveres "legais", "sociais" e "religiosos", achava que não necessitava de justificação.
O engano do fariseu foi achar que não precisava de Deus. Na verdade ele não rezou, ficou olhando para si mesmo, admirando-se com o que tinha feito. Achou-se muito importante, não reconheceu a grandeza de Deus.

O outro, o publicano, tinha ali somente um objetivo, clamar a Deus por "Piedade", não se importando com quem quer que seja, que estivesse à sua volta. Mantinha-se à distância, não ousando sequer levantar os olhos para o céu, mas batia no peito e confessando-se pecador, pedia perdão.
Pelos seus próprios méritos, nenhum dos dois homens mereceria a “Piedade”, nem mesmo aquele que pediu; porém o publicano foi justificado por causa da Fé.
Não é nenhuma obra, nem uma oração bem feita, seja ela silenciosa ou em voz alta, que justifica alguém: nós somos justificados pela Graça de Deus em Jesus Cristo. Só o Espírito Santo sabe o que se passa em nossos corações e nos corações dos outros.

“Converta-te a cada dia, e verás a Graça acontecer!”

Fabiano Camara Bensi

20 de outubro de 2013

Ordenação Diaconal de Ednaldo Dayube e Domingos Monteiro.

Foi emocionante a cerimônia de ordenação dos Diáconos Permanentes Ednaldo Dayube que ordenou-se pela Paróquia Cristo Rei na Japuíba e Domingos Monteiro que ordenou-se pela Paróquia Santíssima Trindade em Jacuecanga neste sábado (19) na Igreja Nossa Senhora do Rosário no Camorim.

Dom Ubiratan Lopes, Bispo da Diocese de Itaguaí lembrou-nos da importância das orações pelas vocações e agradeceu a perseverança e dedicação dos candidatos ao diaconato, e de suas esposas e familiares por aceitarem e apoiarem os esposos, entendendo a disponibilidade que um diácono precisa ter.

Vamos saber o que é se tornar Diácono Permanente na Igreja Católica?

A Igreja Católica possui o primeiro grau da Sacramento da Ordem, sendo ordenado não para o sacerdócio, mas para o serviço da caridade e da proclamação da Palavra de Deus e da liturgia. Na Igreja Católica Romana, os diáconos podem ser de duas naturezas, uma delas transitória e outra permanente.
A diaconia transitória é exercida pelos aspirantes ao prelado, que tendo feito votos celibatários atuam a serviço da Igreja antes de serem ordenados como padres, e a diaconia permanente é exercida por leigos fiéis, sem a necessidade de votos do celibato, podendo ser casados.

Os diáconos em grau permanente que podem ser homens solteiros, casados ou viúvos, entretanto a admissão de um homem casado ao diaconato necessita de um consentimento por escrito da esposa sendo necessário que a família leve uma vida condizente com os valores cristãos e que o matrimônio tenha ocorrido há no mínimo 5 anos.
A ordenação no diaconato paralisa o estado dos solteiros e viúvos, de modo que estes após o sacramento não podem mais se casar, devendo permanecer celibatários.

Cristãos católicos que receberam o sacramento da Ordem colaboram com o Bispo, cooperam com os presbíteros na diaconia da palavra, na liturgia e na caridade de uma diocese. Não consagram a hóstia nem ungem enfermos, como também não atendem confissões. Podem e devem administrar igrejas, ser bons aconselhadores, praticar obras de caridade e piedade e dar a bênção mesmo não sendo sacerdotes.

Os poderes de um diácono são: ministrar os sacramentos do batismo e do matrimônio, dar bençãos diversas, dar a benção do santíssimo sacramento, fazer a celebração da palavra, distribuir a sagrada comunhão e fazer pregações.
Foram responsáveis pelas primeiras comunidades cristãs e hoje colocam-se ao serviço das comunidades como seus servidores.

Fotos: Micheline Alves e Telma Chrispim - Pascom Cristo Rei.